Isto vai tendo cada vez menos. Prevejo um nome mais pessoal, com texto ainda mais parvo.
Seja como for, aqui vai uma coisa que me manteve ocupado durante 30 minutos (obrigado Henrique):
[...]
ssh -p 1337 user@host "[-e $some_file]"
echo "This is a debugging message."
if [ $?=0 ] ; then
echo "File exists. Recalculating hash"
$r_hash=$(ssh -p 1337 user@host "md5sum $some_file")
else
echo "File doesn't exist. Skipping..."
fi
[...]
Isto estava sempre a dar-me "File exists", mesmo quando o ficheiro não existia. Enfim... Para o leitor desatento, $? é tudo.
Ouvindo: Mika - Relax, Take It Easy
segunda-feira, outubro 15, 2007
Já devia ter ido dormir...
Mas por algum motivo não o faço. Irei, assim que acabe este cigarro.
Entretanto, comecei a trabalhar na NSN. É tudo aquilo que eu imaginava, e depois ainda algo mais. Sem dúvida, um local muito interessante, com tarefas verdadeiramente estimulantes e [quase?] divertidas.
Tenho ido e vindo de biciclete, e é sempre giro e uma experiência diferente. A vantagem de aquilo ficar perto de casa e o tempo permitir...
Recebi um convite para ir uma semana a Londres, um curso de administrador de Perforce. O convite ainda não é nada de definitivo, mas foi-me feita a proposta e aceitei. Agora cabe aos cabeças lá de cima assinarem o papel com a autorização... É uma oportunidade espetacular, e não tenho intenções de a deixar escapar.
Esta semana que passou recebemos um colega nosso oriundo da Bélgica. O Dieter é um tipo impecável, e ficou mesmo com uma boa impressão do país. O maior desgosto dele é o nosso ritmo "lento". Ele dizia mesmo que sentia como se estivesse em férias. Ainda assim, curiosamente, conseguiu fazer avanços maiores na semana que cá esteve do que no último mês que trabalhou na Bélgica. :) Talvez queira dizer qualquer coisa, mas não sei.
Ele apresentou umas amigas que cá estavam à conta do Erasmus, e tive o prazer de conhecer duas mulheres simpaticíssimas e absolutamente deslumbrantes. Infelizmente, não foi oportuno ficar com o seu contacto, mas espero que a oportunidade surja novamente. O Dieter já falou comigo dizendo que tinha intenções de voltar daqui por duas semanas e cá o esperamos. Conto que também surja a oportunidade de voltar a estar com as suas amigas, hehe.
Grandes planos... deixar de fumar, continuar a poupar para o pópó e, assim que o mês comece, começar a procurar uns negócios interessantes. Se um dos meus dois leitores souber de algum negócio de ocasião, desde já agradeço que me informem.
À parte disso, a vida corre bem. "Nice and easy", sem stress, e muitas oportunidades pela frente.
Boa noite! :)
Entretanto, comecei a trabalhar na NSN. É tudo aquilo que eu imaginava, e depois ainda algo mais. Sem dúvida, um local muito interessante, com tarefas verdadeiramente estimulantes e [quase?] divertidas.
Tenho ido e vindo de biciclete, e é sempre giro e uma experiência diferente. A vantagem de aquilo ficar perto de casa e o tempo permitir...
Recebi um convite para ir uma semana a Londres, um curso de administrador de Perforce. O convite ainda não é nada de definitivo, mas foi-me feita a proposta e aceitei. Agora cabe aos cabeças lá de cima assinarem o papel com a autorização... É uma oportunidade espetacular, e não tenho intenções de a deixar escapar.
Esta semana que passou recebemos um colega nosso oriundo da Bélgica. O Dieter é um tipo impecável, e ficou mesmo com uma boa impressão do país. O maior desgosto dele é o nosso ritmo "lento". Ele dizia mesmo que sentia como se estivesse em férias. Ainda assim, curiosamente, conseguiu fazer avanços maiores na semana que cá esteve do que no último mês que trabalhou na Bélgica. :) Talvez queira dizer qualquer coisa, mas não sei.
Ele apresentou umas amigas que cá estavam à conta do Erasmus, e tive o prazer de conhecer duas mulheres simpaticíssimas e absolutamente deslumbrantes. Infelizmente, não foi oportuno ficar com o seu contacto, mas espero que a oportunidade surja novamente. O Dieter já falou comigo dizendo que tinha intenções de voltar daqui por duas semanas e cá o esperamos. Conto que também surja a oportunidade de voltar a estar com as suas amigas, hehe.
Grandes planos... deixar de fumar, continuar a poupar para o pópó e, assim que o mês comece, começar a procurar uns negócios interessantes. Se um dos meus dois leitores souber de algum negócio de ocasião, desde já agradeço que me informem.
À parte disso, a vida corre bem. "Nice and easy", sem stress, e muitas oportunidades pela frente.
Boa noite! :)
sexta-feira, setembro 21, 2007
Diz logo que sim ou que não
Coisas...
Fui aceite na NSN - contra todas as expectativas, devo acrescentar. Fico feliz, e vou ganhar consideravelmente mais (proporcionalmente, mais 50%). Tem o bónus de ir trabalhar com o Henrique, que é o melhor "informático" que conheço pessoalmente.
Vou amanhã anunciar à minha chefe a minha saída da Bivac Ibérica. Não sei o que esperar da sua reacção. Logo se vê...
Fui hoje fazer uma pequena sessão de Personal Training lá no Holme's Place. As coisas podiam estar melhor, mas vá lá... 11% de body fat não é tão mau quanto pensava. Mais umas semanas de natação, e fico de novo o Adónis de outrora.
Mais saudável, mais dinheiro... agora só falta mais gaja.
Hoje fui comer a um restaurante japonês pela segunda vez na minha vida. Muito interessante, especialmente a parte do cozinheiro ninja piromaníaco. Estava à espera de sair de lá com fome, mas fiquei bastante cheio. Não fosse o preço, ia lá mais vezes.
O próximo passo é comprar uma biciclete, comprar um fato de treino decente, e reduzir drasticamente o consumo do tabaco - limitá-lo a ocasiões sociais especiais. O resto é ficar na NSN por uns tempos, ganhando experiência, CV e, quem sabe, um aumento eventual. Acima de tudo, fazer o meu melhor para que não desaponte ninguém.
Vou ter saudades de algumas pessoas da Bivac. Haviam lá pessoas genuinamente espetaculares. Mas o dinheiro, a carreira, o futuro, todos eles falam mais alto.
Ouvindo: Bob Sinclair - World Hold On
Nota: a maior vantagem desta entrada no weblog é a de não ver a cara do Fester cada vez que aqui venho.
Fui aceite na NSN - contra todas as expectativas, devo acrescentar. Fico feliz, e vou ganhar consideravelmente mais (proporcionalmente, mais 50%). Tem o bónus de ir trabalhar com o Henrique, que é o melhor "informático" que conheço pessoalmente.
Vou amanhã anunciar à minha chefe a minha saída da Bivac Ibérica. Não sei o que esperar da sua reacção. Logo se vê...
Fui hoje fazer uma pequena sessão de Personal Training lá no Holme's Place. As coisas podiam estar melhor, mas vá lá... 11% de body fat não é tão mau quanto pensava. Mais umas semanas de natação, e fico de novo o Adónis de outrora.
Mais saudável, mais dinheiro... agora só falta mais gaja.
Hoje fui comer a um restaurante japonês pela segunda vez na minha vida. Muito interessante, especialmente a parte do cozinheiro ninja piromaníaco. Estava à espera de sair de lá com fome, mas fiquei bastante cheio. Não fosse o preço, ia lá mais vezes.
O próximo passo é comprar uma biciclete, comprar um fato de treino decente, e reduzir drasticamente o consumo do tabaco - limitá-lo a ocasiões sociais especiais. O resto é ficar na NSN por uns tempos, ganhando experiência, CV e, quem sabe, um aumento eventual. Acima de tudo, fazer o meu melhor para que não desaponte ninguém.
Vou ter saudades de algumas pessoas da Bivac. Haviam lá pessoas genuinamente espetaculares. Mas o dinheiro, a carreira, o futuro, todos eles falam mais alto.
Ouvindo: Bob Sinclair - World Hold On
Nota: a maior vantagem desta entrada no weblog é a de não ver a cara do Fester cada vez que aqui venho.
terça-feira, setembro 18, 2007
Tio Fester
segunda-feira, setembro 17, 2007
Casino do Estoril
03:03:00 [grilo] a noite correu bem
03:03:02 [.SupeR BocK.] gri gri
03:03:04 [SpeciaL Gemea] já vieste grilo?
03:03:08 [grilo] sim
03:03:11 [grilo] amanhã vamos de novo
03:03:12 [SpeciaL Gemea] lol
03:03:17 [SpeciaL Gemea] ena
03:03:17 [grilo] é sinal de que correu bem
03:03:20 [SpeciaL Gemea] seguido
03:03:23 [SpeciaL Gemea] heheh
03:03:35 [.SupeR BocK.] foi no carro grilo??
03:03:43 [grilo] ainda tive o prazer de a ver lavar o carro
03:03:50 [.SupeR BocK.] fdx que saudades de dar uma no carro
03:03:54 [SpeciaL Gemea] porra
03:03:59 [SpeciaL Gemea] a lavar o carro?
03:04:01 [grilo] sim
03:04:09 [SpeciaL Gemea] de noite?
03:04:12 [grilo] yup
03:04:16 [SaxShop] ops
03:04:29 [SpeciaL Gemea] sujaram o carro?
03:04:32 [SpeciaL Gemea] lololol
03:04:37 [SpeciaL Gemea] sax
03:04:43 [SpeciaL Gemea] ele tá nesta sala
03:04:45 [SpeciaL Gemea] lol
03:04:46 [grilo] não posso dizer que tenha ficado mais limpo
03:04:50 [SpeciaL Gemea] tá away
03:05:02 [grilo] mas depois ela lavou-o
03:05:11 [SpeciaL Gemea] ela?
03:05:13 [SpeciaL Gemea] e tu?
03:05:15 [.SupeR BocK.] no topo da lista sax
03:05:18 [SpeciaL Gemea] ficaste a olhar?
03:05:24 [SpeciaL Gemea] lol
03:05:26 [SpeciaL Gemea] boxk
03:05:28 [SaxShop] ahhhhhh
03:07:45 [grilo] ela não fez questão que a ajudasse
03:07:52 [SpeciaL Gemea] pois..pois...
03:07:57 [SpeciaL Gemea] és um cavalheiro
03:08:02 [grilo] e eu como não tenho por hábito lavar carros, fiquei a observá-la na sua sensualidade
03:08:23 [SpeciaL Gemea] sim, sim
03:08:27 [SpeciaL Gemea] mto sensual
03:08:35 [SpeciaL Gemea] ver os outroa a trabalhar...
03:08:41 [SpeciaL Gemea] outros
03:11:06 [grilo] eu até a ajudava, mas podia parecer mal
03:11:30 [grilo] depois ainda fazia merda, e deixava-a toda molhadinha
03:11:30 [Eu_aLterGod] LOL
03:13:07 [SpeciaL Gemea] enfim, grilo
03:13:47 [grilo] ora, deixa lá
03:13:52 [grilo] acho que foi tão bom para ela como para mim
03:14:05 [SpeciaL Gemea] loooooooool grilo
03:14:12 [SpeciaL Gemea] isso é que interessa
03:14:12 [SaxShop] ainda fumo + caralho
03:14:16 [SpeciaL Gemea] no final das contas
03:14:18 [SpeciaL Gemea] ;))
No final de contas, é mesmo isso que interessa. O resto é história. Boa noite, Vanessa!
03:03:02 [.SupeR BocK.] gri gri
03:03:04 [SpeciaL Gemea] já vieste grilo?
03:03:08 [grilo] sim
03:03:11 [grilo] amanhã vamos de novo
03:03:12 [SpeciaL Gemea] lol
03:03:17 [SpeciaL Gemea] ena
03:03:17 [grilo] é sinal de que correu bem
03:03:20 [SpeciaL Gemea] seguido
03:03:23 [SpeciaL Gemea] heheh
03:03:35 [.SupeR BocK.] foi no carro grilo??
03:03:43 [grilo] ainda tive o prazer de a ver lavar o carro
03:03:50 [.SupeR BocK.] fdx que saudades de dar uma no carro
03:03:54 [SpeciaL Gemea] porra
03:03:59 [SpeciaL Gemea] a lavar o carro?
03:04:01 [grilo] sim
03:04:09 [SpeciaL Gemea] de noite?
03:04:12 [grilo] yup
03:04:16 [SaxShop] ops
03:04:29 [SpeciaL Gemea] sujaram o carro?
03:04:32 [SpeciaL Gemea] lololol
03:04:37 [SpeciaL Gemea] sax
03:04:43 [SpeciaL Gemea] ele tá nesta sala
03:04:45 [SpeciaL Gemea] lol
03:04:46 [grilo] não posso dizer que tenha ficado mais limpo
03:04:50 [SpeciaL Gemea] tá away
03:05:02 [grilo] mas depois ela lavou-o
03:05:11 [SpeciaL Gemea] ela?
03:05:13 [SpeciaL Gemea] e tu?
03:05:15 [.SupeR BocK.] no topo da lista sax
03:05:18 [SpeciaL Gemea] ficaste a olhar?
03:05:24 [SpeciaL Gemea] lol
03:05:26 [SpeciaL Gemea] boxk
03:05:28 [SaxShop] ahhhhhh
03:07:45 [grilo] ela não fez questão que a ajudasse
03:07:52 [SpeciaL Gemea] pois..pois...
03:07:57 [SpeciaL Gemea] és um cavalheiro
03:08:02 [grilo] e eu como não tenho por hábito lavar carros, fiquei a observá-la na sua sensualidade
03:08:23 [SpeciaL Gemea] sim, sim
03:08:27 [SpeciaL Gemea] mto sensual
03:08:35 [SpeciaL Gemea] ver os outroa a trabalhar...
03:08:41 [SpeciaL Gemea] outros
03:11:06 [grilo] eu até a ajudava, mas podia parecer mal
03:11:30 [grilo] depois ainda fazia merda, e deixava-a toda molhadinha
03:11:30 [Eu_aLterGod] LOL
03:13:07 [SpeciaL Gemea] enfim, grilo
03:13:47 [grilo] ora, deixa lá
03:13:52 [grilo] acho que foi tão bom para ela como para mim
03:14:05 [SpeciaL Gemea] loooooooool grilo
03:14:12 [SpeciaL Gemea] isso é que interessa
03:14:12 [SaxShop] ainda fumo + caralho
03:14:16 [SpeciaL Gemea] no final das contas
03:14:18 [SpeciaL Gemea] ;))
No final de contas, é mesmo isso que interessa. O resto é história. Boa noite, Vanessa!
domingo, setembro 16, 2007
Ano e meio mais tarde...
Não foi tanto quanto pensava.
Ano e meio (cerca de) a jogar World of Warcraft. Há drogas, há drogas pesadas, e depois há World of Warcraft.
Entretanto, a vida descambou até à impossibilidade, e tive de tornar-me numa pessoa honesta. Arranjei um emprego há uns meses (6?), e lá estou eu. Inicialmente, o meu plano imediato era o de comprar um carrito (aí qualquer coisa que andasse e fosse barata), e mantém-se. Mas com o tempo a galopar sem relento começo a pensar em coisas mais sérias, a saber, o Futuro.
Decidi começar a construir uma carreira. A bem ou a mal, é o que quero fazer. Informática apela-me, dada a inviabilidade da Filosofia no mundo real. Como até nem sou mauzinho de todo no assunto, optei por investir. Esta semana que vem será decisiva para o meu Futuro, e aguardo notícias para saber como agir. Tanto as coisas podem mudar radicalmente, como nem por isso. Se o resultador for o "nem por isso", vou continuar a poupar dinheiro para a minha certificação em Java (a linguagem de programação, não o café nem a ilha). De outra forma, estudo a possibilidade do carro que espero poder comprar até ao final do ano.
Entretanto, meti-me no Holmes Place. Passados uns meses de estar a apagar aquilo sem meter lá os pés, decidi começar a treinar. Agora vou só dar umas braçadas para ganhar os pulmões perdidos nos últimos (6?) anos, depois quero misturar o treino da natação com alguma musculação. O Henrique anda todo maluco com essa coisa, e eu quero ver por mim. Também será interessante ver os ritmos de progressão, já que ele está completamente vidrado em programas de treino, e eu vou optar por qualquer coisa mais mainstream - treino normal, muita comida, mais treino e mais comida.
Como as coisas mudaram desde então... Grande parte dos meus amigos já tem carro, vários estão a trabalhar ou planeiam começar dentro em breve, e por aí adiante. Somos todos mais crescidinhos agora.
Olhando em retrospectiva, as coisas não mudaram assim tanto. Por dentro, continuamos as mesmas pessoas. Os ares à nossa volta mudam, mas nós nem por isso.
Pois, é suposto eu falar do meu dia. Ontem fui ao restaurante da "Dama e do Vagabundo" com a Vanessa. Muito romântico, comida italiana e tudo, só faltavam os "chefs" estarem à nossa volta a tocar violino e a cantar uma italianada qualquer que nos faz derreter o coração. Muito acolhedor. Mal posso esperar por arranjar um motivo (leia-se, gaja) para lá voltar. Foi um bom fim de tarde, e arrependi-me de não aceitar o seu convite para passar o resto do serão com ela, mas pronto. Iam uns amigos, e eu senti que o convite era mais de simpatia do que propriamente de vontade em levar-me atrelado. Voltei para trás, e fui ali às festas de Linda-a-Velha, estar um bocado no meio da saloiada para voltar a por os pés na terra. Bebi duas ou três cervejas, e voltei para casa a rogar pragas a mim mesmo. Ainda desafiei o pessoal para ir para os copos, mas cortou-se tudo.
Hoje acordei, e pronto... fui ver se comprava uma tanguinha para a natação, mas tava com medo que aquilo não me servisse. Amanhã haverei de ir lá, mas com roupa mais prática para poder experimentar aquilo convenientemente. Também fiz planos com o Henrique para comprar uma biciclete, mas é muito cedo. Daqui por uma semana saberei se devo fazê-lo ou não. Vi os telemóveis, só que sempre que começo a fazer contas à vida, parecem-me todos caros. Ou eu sou um unhas-de-fome, ou aquilo é um genuíno enterro de dinheiro. Felizmente, o carregador que ele me emprestou funciona (ao contrário daquele que eu tinha), e acho que este vai ter de aguentar até ao final do mês. Logo se vê.
Há pessoal que também mete a música que tá a ouvir, né? Paradise Lost - One Second.
Sim, estou aborrecido. E, a este ritmo de artigos que aqui escreve, acho que nos vamos ver para o ano.
Ano e meio (cerca de) a jogar World of Warcraft. Há drogas, há drogas pesadas, e depois há World of Warcraft.
Entretanto, a vida descambou até à impossibilidade, e tive de tornar-me numa pessoa honesta. Arranjei um emprego há uns meses (6?), e lá estou eu. Inicialmente, o meu plano imediato era o de comprar um carrito (aí qualquer coisa que andasse e fosse barata), e mantém-se. Mas com o tempo a galopar sem relento começo a pensar em coisas mais sérias, a saber, o Futuro.
Decidi começar a construir uma carreira. A bem ou a mal, é o que quero fazer. Informática apela-me, dada a inviabilidade da Filosofia no mundo real. Como até nem sou mauzinho de todo no assunto, optei por investir. Esta semana que vem será decisiva para o meu Futuro, e aguardo notícias para saber como agir. Tanto as coisas podem mudar radicalmente, como nem por isso. Se o resultador for o "nem por isso", vou continuar a poupar dinheiro para a minha certificação em Java (a linguagem de programação, não o café nem a ilha). De outra forma, estudo a possibilidade do carro que espero poder comprar até ao final do ano.
Entretanto, meti-me no Holmes Place. Passados uns meses de estar a apagar aquilo sem meter lá os pés, decidi começar a treinar. Agora vou só dar umas braçadas para ganhar os pulmões perdidos nos últimos (6?) anos, depois quero misturar o treino da natação com alguma musculação. O Henrique anda todo maluco com essa coisa, e eu quero ver por mim. Também será interessante ver os ritmos de progressão, já que ele está completamente vidrado em programas de treino, e eu vou optar por qualquer coisa mais mainstream - treino normal, muita comida, mais treino e mais comida.
Como as coisas mudaram desde então... Grande parte dos meus amigos já tem carro, vários estão a trabalhar ou planeiam começar dentro em breve, e por aí adiante. Somos todos mais crescidinhos agora.
Olhando em retrospectiva, as coisas não mudaram assim tanto. Por dentro, continuamos as mesmas pessoas. Os ares à nossa volta mudam, mas nós nem por isso.
Pois, é suposto eu falar do meu dia. Ontem fui ao restaurante da "Dama e do Vagabundo" com a Vanessa. Muito romântico, comida italiana e tudo, só faltavam os "chefs" estarem à nossa volta a tocar violino e a cantar uma italianada qualquer que nos faz derreter o coração. Muito acolhedor. Mal posso esperar por arranjar um motivo (leia-se, gaja) para lá voltar. Foi um bom fim de tarde, e arrependi-me de não aceitar o seu convite para passar o resto do serão com ela, mas pronto. Iam uns amigos, e eu senti que o convite era mais de simpatia do que propriamente de vontade em levar-me atrelado. Voltei para trás, e fui ali às festas de Linda-a-Velha, estar um bocado no meio da saloiada para voltar a por os pés na terra. Bebi duas ou três cervejas, e voltei para casa a rogar pragas a mim mesmo. Ainda desafiei o pessoal para ir para os copos, mas cortou-se tudo.
Hoje acordei, e pronto... fui ver se comprava uma tanguinha para a natação, mas tava com medo que aquilo não me servisse. Amanhã haverei de ir lá, mas com roupa mais prática para poder experimentar aquilo convenientemente. Também fiz planos com o Henrique para comprar uma biciclete, mas é muito cedo. Daqui por uma semana saberei se devo fazê-lo ou não. Vi os telemóveis, só que sempre que começo a fazer contas à vida, parecem-me todos caros. Ou eu sou um unhas-de-fome, ou aquilo é um genuíno enterro de dinheiro. Felizmente, o carregador que ele me emprestou funciona (ao contrário daquele que eu tinha), e acho que este vai ter de aguentar até ao final do mês. Logo se vê.
Há pessoal que também mete a música que tá a ouvir, né? Paradise Lost - One Second.
Sim, estou aborrecido. E, a este ritmo de artigos que aqui escreve, acho que nos vamos ver para o ano.
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
Ai os imortais, os imortais...
A Clix já me activou o serviço de internet. Só demoraram seis meses...
Assim sendo, espero reatar o meu espaço e continuar com as barbaridades do costume. Escrevia mais, mas tenho um texto guardado que não me está acessível neste preciso momento (está na partição de Ubuntu).
É de amor, já agora. E não é filosófico, é artístico.
Mas - e porque não? - deixo-vos com um excerto de Schopenhauer (Metafísica do Amor). Esta é traduzida e editada pela editora Guimarães (a menos que seja a última esperança, não comprem livros deles, consta que são terríveis). Também actualizei o meu perfil do hi5 com isto.
"Verificámos que a intensidade do amor aumenta à medida que se individualiza. Demonstrámos que a natureza física de dois indivíduos pode ser tal que, para melhorar o tipo da espécie e torná-lo perfeito em absoluto, um desses indivíduos deve ser o complemento do outro. Atrai-os então um desejo mútuo e único; e pelo único facto de se fixar sobre um só objecto, por representar ao mesmo tempo um determinismo próprio da espécie, esse desejo toma logo um carácter de nobreza e elevação. Pela razão oposta, o puro instinto sexual é um instinto vulgar porque não se dirige a um indivíduo único, mas a todos, e procura conservar a espécie apenas pelo número sem se importar com a qualidade.
Quando o amor se dedica a um único ser, atinge então tal intensidade, um tal grau de paixão, que se for privado da sua satisfação, todos os bens do mundo e a própria vida perdem o seu valor. É uma paixão de uma violência que nada iguala, que não recua perante sacrifício algum, e que pode conduzir à loucura ou ao suicídio."
Não é um texto particularmente profundo, mas é bonito. Infelizmente, ultimamente não tenho conhecido muitas mulheres que me deixasse nesse êxtase. É a viding.
Mas, voltando ao texto, Schopenhauer diz coisas bastante inspiradores no pequeno opúsculo supra-citado. Ele parte do princípio que há uma espécie de "génio da espécie", uma inteligência colectiva da espécie humana, que nos faz entender com quem devemos ter relações (sociais e sexuais). Ele também parte do princípio que não existe propriamente um "amor", no sentido espiritual - contrariamente ao que a televisão e romances literários nos fazem acreditar. Diz mesmo que o "amor" é uma condição da espécie: a evolução fez com que a experiência psicológica e física do amor fosse de tal ordem, que nos é impossível, ou, pelo menos, muito complicado), não procurar uma companheira para nós.
Mas o texto não trata de assuntos como a homossexualidade. Lido o livro, eu diria que ele ou acha que a homossexualidade é uma condição não natural (talvez derivada de traumas, ou algo assim), ou acha que a homossexualidade é um condição incompleta (no sentido superficial, pois a própria pessoa sabe [inconscientemente?] que não pode gerar filhos, optando, assim, pela mera satisfação da sua luxúria, impedindo o "génio da espécie" de realizar-se).
O texto também toma uma postura ligeiramente assertórica, que poderá desagradar algumas feministas que não o leiam com mente aberta. O autor não quer insultar ninguém. Só nos quer informar da melhor maneira que lhe é possível.
Schopenhauer (22 de Fevereiro de 1788 - 21 de Setembro de 1860), retirado directamente do Wikipedia.org:
"He is commonly known for having espoused a sort of philosophical pessimism that saw life as being essentially evil, futile, and full of suffering. However, upon closer inspection, in accordance with Eastern thought, especially that of Buddhism, he saw salvation, deliverance, or escape from suffering in aesthetic contemplation, sympathy for others, and ascetic living. His ideas profoundly influenced the fields of philosophy, psychology, music, and literature."
Tenho de me arranjar para ir tomar um café.
Assim sendo, espero reatar o meu espaço e continuar com as barbaridades do costume. Escrevia mais, mas tenho um texto guardado que não me está acessível neste preciso momento (está na partição de Ubuntu).
É de amor, já agora. E não é filosófico, é artístico.
Mas - e porque não? - deixo-vos com um excerto de Schopenhauer (Metafísica do Amor). Esta é traduzida e editada pela editora Guimarães (a menos que seja a última esperança, não comprem livros deles, consta que são terríveis). Também actualizei o meu perfil do hi5 com isto.
"Verificámos que a intensidade do amor aumenta à medida que se individualiza. Demonstrámos que a natureza física de dois indivíduos pode ser tal que, para melhorar o tipo da espécie e torná-lo perfeito em absoluto, um desses indivíduos deve ser o complemento do outro. Atrai-os então um desejo mútuo e único; e pelo único facto de se fixar sobre um só objecto, por representar ao mesmo tempo um determinismo próprio da espécie, esse desejo toma logo um carácter de nobreza e elevação. Pela razão oposta, o puro instinto sexual é um instinto vulgar porque não se dirige a um indivíduo único, mas a todos, e procura conservar a espécie apenas pelo número sem se importar com a qualidade.
Quando o amor se dedica a um único ser, atinge então tal intensidade, um tal grau de paixão, que se for privado da sua satisfação, todos os bens do mundo e a própria vida perdem o seu valor. É uma paixão de uma violência que nada iguala, que não recua perante sacrifício algum, e que pode conduzir à loucura ou ao suicídio."
Não é um texto particularmente profundo, mas é bonito. Infelizmente, ultimamente não tenho conhecido muitas mulheres que me deixasse nesse êxtase. É a viding.
Mas, voltando ao texto, Schopenhauer diz coisas bastante inspiradores no pequeno opúsculo supra-citado. Ele parte do princípio que há uma espécie de "génio da espécie", uma inteligência colectiva da espécie humana, que nos faz entender com quem devemos ter relações (sociais e sexuais). Ele também parte do princípio que não existe propriamente um "amor", no sentido espiritual - contrariamente ao que a televisão e romances literários nos fazem acreditar. Diz mesmo que o "amor" é uma condição da espécie: a evolução fez com que a experiência psicológica e física do amor fosse de tal ordem, que nos é impossível, ou, pelo menos, muito complicado), não procurar uma companheira para nós.
Mas o texto não trata de assuntos como a homossexualidade. Lido o livro, eu diria que ele ou acha que a homossexualidade é uma condição não natural (talvez derivada de traumas, ou algo assim), ou acha que a homossexualidade é um condição incompleta (no sentido superficial, pois a própria pessoa sabe [inconscientemente?] que não pode gerar filhos, optando, assim, pela mera satisfação da sua luxúria, impedindo o "génio da espécie" de realizar-se).
O texto também toma uma postura ligeiramente assertórica, que poderá desagradar algumas feministas que não o leiam com mente aberta. O autor não quer insultar ninguém. Só nos quer informar da melhor maneira que lhe é possível.
Schopenhauer (22 de Fevereiro de 1788 - 21 de Setembro de 1860), retirado directamente do Wikipedia.org:
"He is commonly known for having espoused a sort of philosophical pessimism that saw life as being essentially evil, futile, and full of suffering. However, upon closer inspection, in accordance with Eastern thought, especially that of Buddhism, he saw salvation, deliverance, or escape from suffering in aesthetic contemplation, sympathy for others, and ascetic living. His ideas profoundly influenced the fields of philosophy, psychology, music, and literature."
Tenho de me arranjar para ir tomar um café.
domingo, novembro 13, 2005
Estou sem net
E a julgar pela forma como as coisas se estão a processar, ainda vai demorar.
Mas que cócó.
Mas que cócó.
sexta-feira, setembro 16, 2005
Parece-me que voltarei para aqui. Temporariamente mudei-me para este endereço : http://www.livejournal.com/users/grilo/
Era para meditar sobre uns pensamentos mais pessoais que, na altura, preferi não revelar publicamente. Agora, mirando num soslaio patusco de quem se deixa arrastar pela maré onírica do amor, encaro tudo aquilo com a maior das naturalidades e muito menos sensacionalismo do que aquele com o qual eu carreguei os meus dedos enquanto escrevia.
As inscrições da Universidade estão feitas, o novo ano lectivo espera por mim.
Procuro emprego. Sabendo de alguma oferta (ainda que pareça desinteressante para uma pessoa como eu), é favor apontar-me.
Era para meditar sobre uns pensamentos mais pessoais que, na altura, preferi não revelar publicamente. Agora, mirando num soslaio patusco de quem se deixa arrastar pela maré onírica do amor, encaro tudo aquilo com a maior das naturalidades e muito menos sensacionalismo do que aquele com o qual eu carreguei os meus dedos enquanto escrevia.
As inscrições da Universidade estão feitas, o novo ano lectivo espera por mim.
Procuro emprego. Sabendo de alguma oferta (ainda que pareça desinteressante para uma pessoa como eu), é favor apontar-me.
quarta-feira, abril 20, 2005
World of Warcraft
Após a persistência do meu primo em conseguir pôr-me a jogar, lá cedi. Infelizmente, os resultados foram os que eu já esperava: fiquei completamente agarradinho àquilo. Tenho de começar a cuidar desta personalidade propensão ao vício, já que, por este andar, ainda estarei a viver em casa por volta dos 50. Numa nota positiva, a conta em que estava a experimentar o jogo expirou.
Filosofia
Vou ter exame de Lógica dentro de dias. Ainda preciso de tirar umas fotocópias, e apesar de não perceber patavina de mais de metade da matéria, estou confiante na minha destreza mental.
Tive uma aula de Epistemologia (Teoria do Conhecimento, para os menos eruditos). Isto não tem nada de interessante, e não será novidade alguma dizer que o Nabais é, a par com o Mesquita, o melhor professor que me dá/deu aulas, e que chega todos os dias meia hora atrasado. Mas o que realmente me faz falar nisso, foi uma das suas tiradas à parte sobre a altura em que ele teve na Universidade de Warwick (Inglaterra). Ao que parece, pelo menos no que toca ao curso de filosofia da mencionada instituição, forma-se um clima completamente à parte do resto. O pessoal passa os dias a escrever ensaios e a entregar aos professores, quando as aulas acabam vão para os pubs, onde bebem cerveja copiosamente e discutem horas a fio única e exclusivamente sobre filosofia. Cito o professor: "aquilo é um porta-aviões de teses de doutoramento, onde são lançadas múltiplas todos os anos".
Acho que é isso mesmo que nos falta cá em Portugal. Além de termos uma cultura inacreditavelmente adversa à prática da Filosofia (ao que parece é para preguiçosos), as próprias instituições não propiciam a pesquisa. Claro que, no final, é a cultura inglesa e americana que acabam por influenciar o resto do mundo - eu acredito piamente que a quantidade de tratados filosóficos que um país produz, é o marco que estabelece a força cultural dessa nação.
Filosofia "complica o que é simples"/"é uma grande tanga"/"insira o seu insulto favorito que procura desacreditar qualquer coisa"
Tive uma conversa com uma amiga minha que, naturalmente, levou a isto. Não é a primeira, nem a segunda. É mesmo uma coisa que já me causa mais náuseas que uma fotografia do Michael Jackson.
Vamos lá ver...
Claro que, no final da conversa, ela acabou por me bloquear no MSN.
Uns dizem que são um porco nazi mal-educado, outros dizem-me que tenho razão e sou deus, mas desconfio sempre de ambos.
Após a persistência do meu primo em conseguir pôr-me a jogar, lá cedi. Infelizmente, os resultados foram os que eu já esperava: fiquei completamente agarradinho àquilo. Tenho de começar a cuidar desta personalidade propensão ao vício, já que, por este andar, ainda estarei a viver em casa por volta dos 50. Numa nota positiva, a conta em que estava a experimentar o jogo expirou.
Filosofia
Vou ter exame de Lógica dentro de dias. Ainda preciso de tirar umas fotocópias, e apesar de não perceber patavina de mais de metade da matéria, estou confiante na minha destreza mental.
Tive uma aula de Epistemologia (Teoria do Conhecimento, para os menos eruditos). Isto não tem nada de interessante, e não será novidade alguma dizer que o Nabais é, a par com o Mesquita, o melhor professor que me dá/deu aulas, e que chega todos os dias meia hora atrasado. Mas o que realmente me faz falar nisso, foi uma das suas tiradas à parte sobre a altura em que ele teve na Universidade de Warwick (Inglaterra). Ao que parece, pelo menos no que toca ao curso de filosofia da mencionada instituição, forma-se um clima completamente à parte do resto. O pessoal passa os dias a escrever ensaios e a entregar aos professores, quando as aulas acabam vão para os pubs, onde bebem cerveja copiosamente e discutem horas a fio única e exclusivamente sobre filosofia. Cito o professor: "aquilo é um porta-aviões de teses de doutoramento, onde são lançadas múltiplas todos os anos".
Acho que é isso mesmo que nos falta cá em Portugal. Além de termos uma cultura inacreditavelmente adversa à prática da Filosofia (ao que parece é para preguiçosos), as próprias instituições não propiciam a pesquisa. Claro que, no final, é a cultura inglesa e americana que acabam por influenciar o resto do mundo - eu acredito piamente que a quantidade de tratados filosóficos que um país produz, é o marco que estabelece a força cultural dessa nação.
Filosofia "complica o que é simples"/"é uma grande tanga"/"insira o seu insulto favorito que procura desacreditar qualquer coisa"
Tive uma conversa com uma amiga minha que, naturalmente, levou a isto. Não é a primeira, nem a segunda. É mesmo uma coisa que já me causa mais náuseas que uma fotografia do Michael Jackson.
Vamos lá ver...
- Ponto I - A filosofia complica o que é simples
- Ponto II - A filosofia é uma tanga
- Ponto III - Insira o seu insulto favorito que procura desacreditar qualquer coisa
O grande problema aqui, é que a filosofia utiliza a linguagem do "dia-a-dia" para se expressar. Isso faz acreditar qualquer um que aquilo é suposto ser percebido por toda a gente. Não! Lá porque utiliza palavras que podem ser lidas, não significa que possam ser percebidas.
Nenhum desses parvalhões diz "matemática complica o que é simples". Porquê? Na verdade, por que são mentecaptos. Mas como esta resposta pode não satisfazer todos, deixem-me cá ser mais claro: utilizando uma linguagem simbólica completamente diferente da nossa, é possível reconhecer imediatamente que se trata de uma coisa à parte.
Sim, a filosofia é complicada, mas não complica o que é simples. Mas claro, a questão do "será que existo?" é bastante óbvia para o homossexual de unhaca com cera ressequida e palito no canto da boca que bebe o seu bagaçozinho no balcão do café enquanto se peida e vê a bola. Foda-se, também eu não duvido da sua existência quando estou perto de um deles... e a prova disso, é que sinto logo vontade de acabar com ela.
Bem, uma grande tanga é dizer que a filosofia é uma tanga.
A filosofia, antes de mais, serve propósitos práticos bastante pertinentes: ética, lógica, linguagem, moral, ... Claro que há sempre dúvidas nisto, mas da próxima vez que alguém me tentar dizer que "isso é certo/errado", eu hei-de perguntar como é que essa pessoa chegou a essa conclusão. Claro que não chegou... por que alguém se preocupou em chegar lá por ela. Desculpem lá, mas estamos rodeados de gente cuja única coisa que têm entre as orelhas é uma grande corrente de ar.
E depois, e mais importante, é precisamente uma necessidade humana. Se não fosse, ou eu (e tantos outros) não a teria, ou não seria humano. Assim como todas as ciências, cujos os resultados práticos são proporcionalmente mínimos em relação aos especulativos (se duvida, páre já de ler este blog, informe-se e vá-se foder), é parte integrante da nossa necessidade de conhecer.
Aqui, só tenho um dito: a luz viaja mais depressa que o som; é por isso que algumas pessoas parecem brilhantes antes de abrir a boca.
Fale mal do que quiser à vontade, mas, pelo menos, faça-o decentemente. Abrir a boca e grunhir é uma coisa que até os porcos fazem.
Claro que, no final da conversa, ela acabou por me bloquear no MSN.
Uns dizem que são um porco nazi mal-educado, outros dizem-me que tenho razão e sou deus, mas desconfio sempre de ambos.
segunda-feira, abril 11, 2005
E nós? Afinal, o que é que nós queremos?
No caminho para casa, vindo lá daquele turba - cuja mania que sabe mais sobre a vida do que os outros se vai tornando nauseabunda (ou seja, estou como um peixe na água) -, estive a pensar no gosto masculino.
Apesar de haver algum consenso de forma genérica na opinião masculina sobre as mulheres, estive a pensar nos casos daqueles que mais me são próximos, e começa a delinear-se um padrão.
Ora, se a pessoa tem uma mãe que se impõe e um pai "apagado", vai preferir um estilo de mulher mais "ternurenta", física e psicologicamente. Quando é o pai a figura forte e a mãe menos exaltada, há uma forte tendência para apreciar mulheres com traços que inspirem força, determinação, vontade.
Quando há um equilíbrio, é que a coisa se torna aborrecida. O tipo de mulher é assim mais para o... como é que hei-de dizer? Assim-assim. Estamos a falar de uma mulher para a qual olhamos e achamos graça, que não é particularmente inteligente (muito pelo contrário, tem até tendência para ser ligeiramente desafiada mentalmente), e nem particularmente bonita. Certamente será por procurar a estabilidade que sempre sentiu junto dos seus progenitores.
Claro que depois temos aqueles que atacam tudo o que dê sinais de vida, os que não atacam nada (mesmo quando estão sob assédio), e os amigos de cruzeiro do Herman José, mas não queria divagar muito.
Depois destas asserções patuscas, que transparecem pouco mais do que aleijões à psicologia moderna, lá consegui apanhar o omnibus.
Agora vou experimentar uma coisa chamada World of Warcraft. Se não houverem mais actualizações no blog, é sinal de que aquele jogo foi o cangalheiro deste pedaço de merda ao qual eu ainda insisto em chamar de computador.
Apesar de haver algum consenso de forma genérica na opinião masculina sobre as mulheres, estive a pensar nos casos daqueles que mais me são próximos, e começa a delinear-se um padrão.
Ora, se a pessoa tem uma mãe que se impõe e um pai "apagado", vai preferir um estilo de mulher mais "ternurenta", física e psicologicamente. Quando é o pai a figura forte e a mãe menos exaltada, há uma forte tendência para apreciar mulheres com traços que inspirem força, determinação, vontade.
Quando há um equilíbrio, é que a coisa se torna aborrecida. O tipo de mulher é assim mais para o... como é que hei-de dizer? Assim-assim. Estamos a falar de uma mulher para a qual olhamos e achamos graça, que não é particularmente inteligente (muito pelo contrário, tem até tendência para ser ligeiramente desafiada mentalmente), e nem particularmente bonita. Certamente será por procurar a estabilidade que sempre sentiu junto dos seus progenitores.
Claro que depois temos aqueles que atacam tudo o que dê sinais de vida, os que não atacam nada (mesmo quando estão sob assédio), e os amigos de cruzeiro do Herman José, mas não queria divagar muito.
Depois destas asserções patuscas, que transparecem pouco mais do que aleijões à psicologia moderna, lá consegui apanhar o omnibus.
Agora vou experimentar uma coisa chamada World of Warcraft. Se não houverem mais actualizações no blog, é sinal de que aquele jogo foi o cangalheiro deste pedaço de merda ao qual eu ainda insisto em chamar de computador.
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